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Os problemas surgem quando o filtro de partículas não consegue efetuar o processo de Regeneração Passiva porque os gases de escape não atingem a temperatura mínima necessária de 600º. Esta situação acaba por ser bastante frequente, uma vez que a condição mais comum de condução é em cidade ou percursos pequenos, em que a temperatura dos gases de escape não ultrapassa os 400º.

TEMPERATURA INSUFICIENTE

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Um automóvel que faça trajetos curtos ou percursos em cidade pode nunca atingir temperaturas de gases de escape necessárias para poder efetuar uma regeneração passiva, atingindo apenas a temperatura de pouco mais de 400º. Neste cenário começam a surgir problemas diversos que podem causar danos graves e gerar despesas de reparação avultadas.

REGENERAÇÃO PASSIVA

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Em trajetos longos ou autoestrada, os gases de escape atingem temperaturas suficientes para efetuar a combustão das partículas de forma eficaz. Apesar disso, mesmo havendo lugar à regeneração passiva, pode verificar-se, com o passar do tempo, acumulação de resíduos que também poderá eventualmente resultar num FAP obstruído. Por essa razão, o FAP é considerado um CONSUMÍVEL pelos construtores de automóveis.

O QUE ACONTECE QUANDO A REGENERAÇÃO PASSIVA FALHA?

Maior consumo de combustível

Ao multiplicar as pós-injeções para forçar a regeneração, o motor acaba por aumentar o consumo de combustível de forma notória havendo igualmente um redução na capacidade de aceleração.

Degradação do óleo

Este combustível suplementar utilizado nas múltiplas pós-injeções de combustível ordenadas pela centralina pode acabar por degradar o óleo, reduzindo significativamente o seu poder de lubrificação.

Modo de segurança

Nos modelos mais recentes de automóveis equipados com FAP, existe um modo de segurança que é ativado em casos extremos para evitar danos mais significativos. Este modo limita drasticamente a performance para que apenas se consiga deslocar até a oficina mais próxima.

Menor Performance

Ao haver recurso à regeneração ativa, além de haver um consumo excessivo, a aceleração sai igualmente prejudicada reduzindo notoriamente a performance do motor

Auto-combustão

Em última instância, a contaminação do óleo pode ser de tal ordem que o nível deste fluido aumenta significativamente, podendo causar um fenómeno de autocombustão, o que levará à destruição do próprio motor. Este cenário resultará em somas muito avultadas para reparação do motor.

Danificação de outros componentes

Normalmente os filtros de partículas estão colocados perto de outros componentes de emissão, consequentemente um filtro bloqueado pode exercer uma contra pressão excessiva que pode danificar os mesmos

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